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Canal Do campo à mesa

Educação para o consumo em nome da comunicação transparente e da alimentação saudável e sustentável


Canal Do campo à mesa

Educação para o consumo em nome da comunicação transparente e da alimentação saudável e sustentável

SEJA BEM-VINDO(A)!

Oba! Você chegou, que legal! Fico muito feliz. Se você não me conhece, prazer, meu nome é Francine Lima. Sou paulista e vivo em São Paulo, capital. Estou aqui pra pedir sua ajuda pra cumprir com a minha missão, que é promover a transparência na comunicação entre quem alimenta e quem é alimentado, em nome de uma alimentação saudável e sustentável para todos. 

POR QUE ESTOU AQUI

Tudo começou com a minha formação como pessoa e como profissional. Vim para São Paulo aos 17 anos para estudar jornalismo na ECA-USP. Eu fiquei incomodada com a dificuldade de me alimentar direito na cidade grande, já que eu não sabia cozinhar. Me formei com um trabalho de conclusão de curso chamado “Comendo de mentirinha”, que foi meu primeiro passo em direção a uma carreira especializada em informação sobre alimentos. Ao longo da minha carreira como repórter, eu trabalhei muito nesse tema. Escrevi matérias para revistas, entrevistei especialistas, escrevi livros sob encomenda, fui assessora de imprensa, redatora. Criei meu primeiro blog sobre alimentação em 2006, e pouco depois virei repórter da revista Época. Entrevistei vários gurus da alimentação honesta, como Michael Pollan, Marion Nestle, Ann Cooper, Alice Waters. Em 2009 inaugurei uma coluna chamada “Nosso corpo” no site da revista. Quando saí da Época, em 2011, achei que estava na hora de mergulhar mais fundo na minha missão. Em 2012 entrei num mestrado em nutrição em saúde pública, também pela USP, com um estudo sobre a comunicação nos rótulos, que defendi em 2014. E em 2013 criei o canal Do campo à mesa, projeto da minha vida. 

Nas fotos, minha tietagem com os ídolos Michael Pollan (logo após nossa entrevista em Paraty em julho de 2014) e Marion Nestle (no Congresso World Nutrition, no Rio de Janeiro, em 2012).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MINHA PRÓPRIA MÍDIA

Eu queria mergulhar no tema alimentação de um jeito que ainda não tinha visto em nenhuma mídia no Brasil. Queria falar dos alimentos em todos os seus aspectos: os modos de produção no campo, a industrialização, a legislação, as políticas públicas, o comércio, os preços, as compras, os costumes, os jeitos de comer. Daí veio o nome “Do campo à mesa”. Eu queria contar pra todo mundo do que é feita nossa comida, então adotei o slogan-lema “Você é o que você sabe sobre o que come”. Em fevereiro de 2013, no meio do caminho do mestrado, criei a fan page no Facebook. Em julho, o canal de vídeos no YouTube. Meu objetivo inicial era criar um conteúdo capaz de atrair público e influenciar o comportamento das pessoas. E, como eu não tinha bala na agulha, eu teria de conseguir fazer tudo sozinha, no estilo ‘uma ideia na cabeça e uma câmera no tripé’.

Na foto, meu primeiro teste de enquadramento e de luz (luz natural intensa que entra pela janela da cozinha), cerca de dois meses antes de publicar o primeiro vídeo.

PRIMEIROS RESULTADOS

O primeiro vídeo publicado (foto) teve 1.000 visualizações no primeiro dia. Mal consegui dormir. Ao fim da primeira semana, tinha 6.000 visualizações. Em um ano e meio, com pouco mais de 30 vídeos publicados, o canal tinha 2 milhões de visualizações totais, 70 mil inscritos e mais de 20 aparições espontâneas na imprensa. Fui entrevistada pelo jornal O Globo, fui ao programa do Rafinha Bastos (foto), apareci no programa da Eliana no SBT. Recebi milhares de mensagens. Gente mudando a alimentação a partir das minhas dicas, professores usando os vídeos em sala de aula, nutricionistas indicando o canal a seus pacientes. Dizem que o conteúdo eu produzo é de utilidade pública. Parece que nasci pra fazer isso, não?

APRENDENDO A EMPREENDER

Não é fácil tornar esse trabalho financeiramente sustentável. Venho descobrindo que empreender é uma jornada longa, árdua, bastante solitária no começo, que requer determinação, sangue frio, disciplina, dinheiro na poupança, cônjuge compreensivo e muita vontade de vencer. É bem mais difícil que ser empregado. Mas também é muito enriquecedor e estimulante. É uma busca incessante por autoconhecimento, automelhoramento e conhecimento do mundo e dos outros. 

FINANCIAMENTO COLETIVO

O financiamento coletivo é uma vaquinha do bem. Você doa voluntariamente o valor que puder, mensalmente. É como se você fizesse uma assinatura, só que voluntária. Quanto mais gente entrar na vaquinha, maior a chance de o canal continuar publicando conteúdos regulares gratuitamente. 

COMO PARTICIPAR

Aqui no Recorrente você contribui mensalmente e tem acesso a relatórios de prestação de contas. Antes de me repassar o valor arrecadado, o Recorrente retém taxas de administração que somam 13% do total. Se preferir, você pode contribuir via Paypal (saiba mais aqui).

METAS E RECOMPENSAS

Olha, eu já mudei essas metas de arrecadação e as recompensas várias vezes. A gente acha que certas coisas vão dar certo, mas aí não dão, e o jeito é adaptar. Empreender é assim: muitas tentativas na busca de alguns acertos. 

AGRADECIMENTOS

Muito legal que você tenha lido toda esta história. Agradeço muito sua atenção. Qualquer dúvida ou sugestão, por favor me escreva. 

Grande abraço,

Francine

março 2015

Em 01/04/2015 10:56

R$ 245,00
arrecadado por mês

9 assinantes






Meta atual: R$1.000,00
25%
  • Voltar a produzir vídeos em casa regularmente. Um por mês acho que dá.
  • Recompensa:
    Se chegarmos a R$ 1.000 em doações mensais (no Recorrente e no Paypal, somados), eu sorteio um dos doadores por mês para receber uma visita virtual minha em sua cozinha, pra falarmos sobre suas escolhas alimentares, num bate-papo ao vivo de até 30 minutos via Hangout no YouTube.
Meta: R$ 1.000,00
  • Voltar a produzir vídeos em casa regularmente. Um por mês acho que dá.

    Recompensa: Se chegarmos a R$ 1.000 em doações mensais (no Recorrente e no Paypal, somados), eu sorteio um dos doadores por mês para receber uma visita virtual minha em sua cozinha, pra falarmos sobre suas escolhas alimentares, num bate-papo ao vivo de até 30 minutos via Hangout no YouTube.
Meta: R$ 2.000,00
  • Com 2 pilas por mês já dá pra pensar em fazer vídeos caseiros semanais, hein?

    Recompensa: Que tal sorteio de duas visitas virtuais por mês?
Meta: R$ 4.000,00
  • Com 4 mangos mensais eu consigo me dedicar integralmente ao canal. Sensacional, hein? Será que temos chance?

    Recompensa: Porran, isso aí mereceria celebração nível master. Acho que faço até um streap-tease se bater essa meta. Mas, claro, tudo dentro da decência exigida no YouTube e com toda a tiração de sarro que me é típica... rs
Meta: R$ 10.000,00
  • Mano, com essa grana dá pra fazer um negócio que é meu sonho de consumo chamado REPORTAGEM. Dá pra sair de casa, viajar de vez em quando pra mostrar fazendas por aí, entrevistar pessoas cara a cara, saca? Com equipe e tudo. Outro nível.

    Recompensa: Pô, aí acho que é o caso de, tipo, receber os doadores num encontro especial com comes e bebes, que tal?
Francine
  • Francine
  • Categoria: Educação, Saúde e Bem-Estar, Sustentabilidade

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